Síndrome metabólica corresponde a um conjunto de sintomas, incluindo diabetes, pré-diabetes, pressão alta e colesterol alto, que aumentam o risco de doença cardíaca. 

Atualmente sabe-se que é a resistência à insulina e não a gordura da barriga a culpada maior pela síndrome metabólica e uma das piores consequências é a alteração progressiva da circulação sanguínea predispondo a trombose.
Pesquisadores da Yale University School of Medicine tem constatado, por meio de novas tecnologias de imagem, que a resistência à insulina em músculo esquelético leva a mudanças no armazenamento de energia, levando à síndrome metabólica.
A resistência à insulina ocorre principalmente quando há aumentos abruptos e repetitivos de glicose no sangue, ocorrendo mais no músculo esquelético, quando este já não é capaz de fazer glicogênio, uma forma de hidrato de carbono armazenável, a partir da glicose dos alimentos.
Por sua vez, a resistência à insulina no músculo esquelético promove um aumento da gordura no sangue, o que leva a síndrome metabólica.
Entre os indivíduos resistentes à insulina, a energia dos hidratos de carbono é reencaminhada para a produção de gordura no fígado (esteatose hepática).
Mais de 50 milhões de americanos sofrem de síndrome metabólica, e metade da população está predisposta a isso.
Alguns fatores de risco para a S.M. são:
* A resistência à insulina. Em pessoas com resistência à insulina, a insulina não funciona tão bem e seu corpo continua a fazer mais e mais dele para lidar com o aumento do nível de glicose. Eventualmente, isto pode levar à diabetes. A resistência à insulina está intimamente ligado a ter excesso de peso na barriga.
* Obesidade – especialmente a obesidade abdominal. Especialistas dizem que a síndrome metabólica é cada vez mais comum por causa do aumento da obesidade. Além disso, ter excesso de gordura na barriga – ao contrário de outras partes do corpo – parece aumentar o risco.
* Estilo de vida pouco saudáveis. Comer uma dieta rica em gorduras e não praticar atividade física suficiente pode determinar a Sd. metabólica.
* Desequilíbrio hormonal. Por exemplo, a síndrome dos ovários policísticos (SOP) – uma condição que afeta a fertilidade – está relacionada a um desequilíbrio hormonal e síndrome metabólica.
Medidas principais a serem adotadas:
  • Quando se trata de comer, você terá de ficar longe de todos os alimentos que aumentam a insulina, ou seja, grãos ricos em carboidratos e pobres em fibras, açúcares em geral e, claro, os alimentos refinados.
  • Além da reposição com ervas, homeopatias etc, outro instrumento fundamental para reverter o quadro de síndrome metabólica é a atividade física regular.

Sempre utilizo o sistema EIS para avaliar qual função está mais prejudicada em relação aos órgãos, ou se o fator principal é interno, ou externo. Para definir o fator prevalescente, a dosagem e qual a melhor opção terapêutica entre homeopatias, ervas, minerais, vitaminas, hormônios bio-idênticos etc, é que a biorressonância é utilizada.
Referências: 
  • http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2007/08/02/insulin-resistance-not-belly-fat-to-blame-for-metabolic-syndrome.
  • aspx http://findmeacure.com/2011/07/05/metabolic-syndrome/
  • http://www.cpmedical.net/articles/conquering-metabolic-syndrome