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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Tabacaria

      TABACARIA
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim…
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno – não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.
Álvaro de Campos, 15-1-1928 
    Não gosto de poesia, só de prosa poética. Apenas Fernando Pessoa, sobretudo quando Álvaro de Campos está ao espelho em que suas quatro imagens o refletem, é capaz de me atrair. A poesia, em geral, funciona como uma espécie de amarra, ao contrário do que dizem os poetas, que pode ir desde a contagem milimétrica dos versos até o suposto compromisso com algo chamado de “ser poeta” que, a bem da verdade desconheço o que seja. Ser poeta é um olhar específico, uma percepção que nada tem a ver com a forma, ao contrário da pintura.
    O poeta pode escrever em prosa pois a captura e reflexão sobre a realidade, ou o que a transcende, dependerá muito mais de sua capacidade de interpretá-la e projetá-la do que de a submeter a jogo de rimas, perfeitas ou não.
    Fernando Pessoa faz isso, uma absoluta varredura na condição humana em que raramente as rimas aparecem. É a existência exposta em suas entranhas, apenas o que hoje chamaríamos de diagramação segue o que seria um poema.
      Este post não tem o objetivo de analisar Tabacaria, o que não afirmo que não farei. Mas não agora. e sim de compartilhar a prosa poética.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

DEVER DE LEALDADE
Auditor da Receita não pode prestar serviço de consultoria tributária
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16 de agosto de 2014, 14:42h
Mesmo que esteja de licença, o auditor fiscal da Secretaria da Receita Federal não pode prestar serviços de consultoria e assessoramento a empresas para que elas paguem menos tributos.  O entendimento foi aplicado pela 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao manter decisão que condenou dois auditores fiscais da Receita Federal que se associaram em uma empresa de consultoria e assessoramento na área tributária.

Acusados de fazer fortuna com uma prática ilegal, foram condenados com base na Lei 8.429/92 (Lei de Improbidade Administrativa). Com a decisão do colegiado, os servidores ficam obrigados a devolver os valores recebidos de maneira indevida e terão seus direitos políticos suspensos por oito anos, o que impossibilita o exercício de cargos públicos no período. Um deles, licenciado, perde o cargo de auditor fiscal.

Paulo Baltazar Carneiro, servidor aposentado, e Sandro Martins Silva, licenciado para tratar de interesses particulares, eram sócios na Martins Carneiro Consultoria Empresarial. Eles prestavam consultoria tributária e exerciam a defesa de grandes empresas em processos administrativos em trâmite na Receita Federal.

De acordo com o processo, os auditores ocupavam cargos na cúpula da Receita e, em razão disso, conseguiam clientes dispostos a pagar altas quantias pelos seus serviços.

Revezamento na empresa
A estratégia de negócio adotada pelos sócios e firmada em contrato funcionava da seguinte forma: quanto menos as empresas assessoradas pagassem ao Fisco, mais os donos da consultoria receberiam dessas empresas. A atividade durou  de 1994 a 2002 e, de acordo com o processo, possibilitou uma grande evolução patrimonial dos dois — o que também foi c

Segundo a sentença condenatória, os sócios se revezavam no exercício da função pública, quer como auditor fiscal, quer como ocupante de cargo em comissão na Receita, mesmo após formarem considerável fortuna com a assessoria tributária. Enquanto um dos sócios atuava na empresa, o outro trabalhava na Receita.

A sentença foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que reconheceu que a aposentadoria descaracteriza o vínculo jurídico estabelecido entre a administração e o servidor público, particularmente no que se refere ao regime disciplinar estabelecido na Lei 8.112/90. Entretanto, o TRF-1 afirmou que o servidor licenciado se submete a todos os deveres e proibições previstos no estatuto, pois a licença não interrompe o vínculo com a administração. E o servidor aposentado deveria ser enquadrado pela Lei de Improbidade.

Dever de lealdade
No STJ, a defesa dos servidores alegou que as proibições e deveres previstos na Lei 8.112/1990 somente alcançavam os servidores públicos em exercício.

Entretanto, para o relator do recurso, ministro Humberto Martins, não há como concluir que seja permitido ao auditor fiscal prestar serviços de consultoria e assessoramento a empresas para que elas paguem menos, deixem de pagar tributos ou se favoreçam de alguma forma com os conhecimentos técnicos inerentes ao exercício do cargo, mesmo que o servidor esteja de licença para tratar de assuntos particulares.

O ministro afirmou que a Lei 8.112/1990, em seu artigo 116, estabelece que o servidor tem o dever de ser leal à instituição em que trabalha e de manter conduta compatível com a moralidade administrativa. No artigo 117, proíbe o servidor de se valer do cargo "para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública, e de exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho".

Humberto Martins acrescentou que os sócios também não poderiam ignorar os princípios constitucionais da legalidade, da impessoalidade e da moralidade. O ministro destacou que é pacífico no âmbito dos tribunais superiores o entendimento de que a licença não descaracteriza o vínculo jurídico do servidor com a administração, conforme afirmou a ministra Ellen Gracie, relatora do Recurso Extraordinário 382.389, no Supremo Tribunal Federal.

Segundo o ministro, a licença possui caráter temporário, podendo o servidor assumir o cargo a qualquer tempo, “não estando livre para agir de maneira contrária aos interesses públicos”. Por isso, está sujeito às disposições legais que se aplicam ao cargo, entre elas a Lei 8.112/1990.

O colegiado entendeu ainda que ambos deveriam sofrer as sanções da Lei de Improbidade, pois o sócio aposentado agiu em parceria com servidor da ativa, beneficiando-se de sua conduta ilícita, já que partilhava dos lucros obtidos.

Humberto Martins rebateu a tese da defesa dizendo que a expressão “durante a atividade” não se confunde com “durante o exercício do cargo”. De maneira contrária ao que afirmam os recorrentes, “durante a atividade” diz respeito ao servidor que não se encontra aposentado, ou seja, na inatividade - explicou o relator.

O ministro destacou ainda que todas as conclusões a que chegou o TRF-1 sobre os fatos ocorridos são resultado da análise das provas dos autos, “o que não é passível de revisão em recurso especial, conforme entendimento da súmula 7 do STJ”.  Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

REsp 1.352.448 

HOW TO TICK PEOPLE OFF

  1. Leave the copy machine set to reduce 200%, extra dark, 17 inch paper, 99 copies.
  2. In the memo field of all your checks, write "for sexual favors."
  3. Specify that your drive-through order is "TO-GO."
  4. If you have a glass eye, tap on it occasionally with your pen while talking to others.
  5. Stomp on little plastic ketchup packets.
  6. Insist on keeping your car windshield wipers running in all weather conditions "to keep them tuned up."
  7. Reply to everything someone says with "that's what you think."
  8. Practice making fax and modem noises.
  9. Highlight irrelevant information in scientific papers and "cc" them to your boss.
  10. Make beeping noises when a large person backs up.
  11. Finish all your sentences with the words "in accordance with prophesy."
  12. Signal that a conversation is over by clamping your hands over your ears and grimacing.
  13. Disassemble your pen and "accidentally" flip the ink cartridge across the room.
  14. Holler random numbers while someone is counting.
  15. Adjust the tint on your TV so that all the people are green, and insist to others that you "like it that way."
  16. Staple pages in the middle of the page.
  17. Publicly investigate just how slowly you can make a croaking noise.
  18. Honk and wave to strangers.
  19. Decline to be seated at a restaurant, and simply eat their complimentary mints at the cash register.
  20. TYPE IN UPPERCASE.
  21. type only in lowercase.
  22. dont use any punctuation either
  23. Buy a large quantity of orange traffic cones and reroute whole streets.
  24. Repeat the following conversation a dozen times.
    "DO YOU HEAR THAT?"
    "What?"
    "Never mind, it's gone now."
  25. As much as possible, skip rather than walk.
  26. Try playing the William Tell Overture by tapping on the bottom of your chin. When nearly done, announce "No, wait, I messed it up," and repeat.
  27. Ask people what gender they are.
  28. While making presentations, occasionally bob your head like a parakeet.
  29. Sit in your front yard pointing a hair dryer at passing cars to see if they slow down.
  30. Sing along at the opera.
  31. Go to a poetry recital and ask why each poem doesn't rhyme.
  32. Ask your co-workers mysterious questions and then scribble their answers in a notebook. Mutter something about "psychological profiles."

domingo, 10 de agosto de 2014



http://dailyzenlist.com/post/90947671878/12-useful-websites-to-improve-your-writing

Daily Zen List

12 Useful Websites to Improve Your Writing

1. Words-to-Use.com — A different kind of thesaurus.
2. OneLook.com — One quick dictionary search tool.
3. Vocabulary.com — The quickest, most intelligent way to improve your vocabulary.
4. ZenPen.io — A minimalist writing zone where you can block out all distractions. 
5. 750words.com — Write three new pages every day.
6. Readability-Score.com — Get scored on your writing’s readability.
7. YouShouldWrite.com — Get a new writing prompt every time you visit.
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9. IWL.me — A tool that analyzes your writing and tells you which famous authors you most write like.
10. HemingwayApp.com — Simplify your writing.
11. FakeNameGenerator.com — Generate fake names for your characters.
12. Storyline.io — Collaborate on a story with others by submitting a paragraph.
  • July 6, 2014

http://www.stumbleupon.com/su/1xuHX5/rhpWG3KY:G8$I7$iC/writerswrite.co.za/45-ways-to-avoid-using-the-word-very

45 ways to avoid using the word 'very'

Substitute ‘damn’ every time you’re inclined to write ‘very;’ your editor will delete it and the writing will be just as it should be. ~Mark Twain
'Very' is the most useless word in the English language and can always come out. More than useless, it is treacherous because it invariably weakens what it is intended to strengthen. ~Florence King
So avoid using the word ‘very’ because it’s lazy. A man is not very tired, he is exhausted. Don’t use very sad, use morose. Language was invented for one reason, boys - to woo women - and, in that endeavor, laziness will not do. It also won’t do in your essays. ~N.H. Kleinbaum
To find out about our courses, Writers Write -how to write a book, or The Plain Language Programme - how to write for business, email news@writerswrite.co.za  
© Amanda Patterson
Follow her on Facebook and Pinterest and Google+ and Tumblr and Twitter. Amanda is the founder of Writers Write. Her signature courses are Writers WriteThe Plain Language Programme, and The Social Brand
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Writers Write offers the best writing courses in South Africa. If you want to learn how to write a book, write for social media, and improve your business writing, send an email to news@writerswrite.co.za for more information.
Writers Write - Write to communicate

Frank Sinatra and Mia Farrow

16 Words We Don't Have In English

sábado, 9 de agosto de 2014

Stumbled upon, o que é e para que serve

TERÇA-FEIRA, 15 DE DEZEMBRO DE 2009


O QUE É E COMO USAR O STUMBLEUPON

Introdução:
O StumbleUpon é um serviço que ajuda as pessoas a descobrir e compartilhar ótimos sites, videos, fotos que talvez que de outra forma fosse muito dificil.
Mas além de tudo é óptimo para o seu blog atraindo muitos visitantes.
Mas não se esqueça não basta muitos intenautas verem o seu site, convém que eles voltem. Por esta razão o seu blog deve ter um conteudo que os interesse.
Coloque um post com um assunto interessante no stumbleupon, e bum um turbilhão de visitantes invadem o seu blog durante alguns minutos.
E outra vantagem já tem uma comunidade muita interessante de Portugal e do Brasil de aproximadamente 13000 menbros.


Apesar de não ser novidade lá fora, o StumbleUpon aqui no Brasil ainda é pouco utilizado, uma pena. Em outros países, sites com serviços extremamente úteis, fazem parte diária do cotidiano das pessoas, e por aqui, parece que o pessoal somente enxerga Orkut (nada contra, apenas para dizer que a web é muito mais do que simplesmente Orkut).

O que é StumbleUpon?

Resumidamente, é um serviço que permite com que você analise os sites que você visita (aprovando ou não) e que lhe forncece sites (ou vídeos, fotos, etc) para que você visite baseando-se tanto nas informações do seu perfil (interesses) quanto com que outros do mesmo perfil qualificaram.

Como usar o StumbleUpon?

Para começar a utilizar o serviço, que é grátis, basta inicialmente fazer o cadastro e o download da barra do StumbleUpon que ficará presente em seu browser. Esta barra está disponível para Internet Explorer e Firefox.

Após instalada, você terá na sua barra StumbleUpon alguns ícones, os principais são:

Stumble! Clicando em Stumble, será sorteada uma página para ser exibida, dentre milhões cadastradas e de acordo com seu perfil;

Positivo Quando você visitar um site e gostar, clique nesse ícone para que a informação vá para a base de dados do StumbleUpon e ajude outros a encontrar esse site. Também serve para você adicionar um site que não consta ainda na base de dados;

Negativo Não gostou do site visitado, clique nesse ícone;

Tag Adicione tags relativas à página visitada. Essa informação é útil para informar ao StumbleUpon o tipo de conteúdo o site possui.

Após a finalização do cadastro e instalação da barra, faça alguns testes, pelo menos para mim, vieram muitos sites interessantes, os quais dificilmente acharia-os procurando no Google ou Yahoo, não por falha dos buscadores mas pela diferença do tipo de busca que é realizada.http://propagandoasredessociais.blogspot.com.br/search/label/StumbleUpon

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Hanna K., Costa-Gavras's latest film, proposes nothing less than an original depiction of the Palestinian-Israeli conflict in terms that compromise neither the conflict's historical depth and ideological complexity nor, I think, his audience's sensibility. As a political as well as cinematic intervention, then Hanna K. is a statement of great and, I believe, lasting significance. The strength of its political message overrides its aesthetic problems, which will certainly be singled out for more invidious criticism than his earlier films.
As a maker of strong, well-crafted films on topical political subjects, Costa-Gavras is nevertheless unique for having enjoyed considerable commercial success. Even though no one else took on the relatively difficult and potentially unpleasant task of exposing various tyrannies around the globe in a consecutive, almost relentless series of films, his works nevertheless spoke sympathetically to a large number of Americans who discovered that they had no great stake in Greek colonels, Latin American dictatorships, or Soviet-bloc regimes. His gift for arousing the audience's sense of righteous anger, his technical skill in causing a film to hurtle forward like a great engine, plus his talent for humanizing, perhaps even enlivening, political issues that seemed to be becoming matters of indifference – these are the hallmarks of a style he has perfected over the past 15 years.
Even if Costa-Gavras's Missing flirted brazenly with its audience's displeasure by openly indicting U.S. complicity in the 1973 Chilean coup, Hanna K., as we can see by its plot, is an altogether more ambitious – and politically hazardous – enterprise.
Hanna Kaufman (Jill Clayburgh) is an American-Jewish immigrant in Israel, the child of Holocaust survivors. Petulant, headstrong, intelligent, she is a court-appointed lawyer assigned to defend a Palestinian – Salim Bakri – accused of terrorism and infiltration, whose plea is based on the claim the he is trying to regain possession of his family house. Hanna succeeds in saving him from jail, but as a result he is deported to Jordan. In the meantime Hanna's personal life (never well integrated into the film) takes over centerstage. Her affair with a rather grim and exceedingly astringent district attorney (Joshua Herzog, played brilliantly by the Irish actor Gabriel Byrne) is going nowhere, although she is about to have his child. She is separated from her French husband, Victor, to whom she is still attached, even though she's had a number of affairs since their estrangement. Then, Salim returns again, and from prison asks for her legal services: he is charged with illegal immigration. Reluctantly at first, she starts to investigate his story and discovers that his family house remains standing, a tourist attraction in Kfar Rimon, a settlement built and lived in by Russian Jews. Salim's village, Kufr Rumaneh, has disappeared except for a few stones and trees pointed out by an old Palestinian man.
The case comes to a head when the state's attorneys offer Hanna a deal on Salim: drop the proceedings and we'll arrange for him to become a South African citizen; then he can return to Israel and try to get his property back. This offer is made in the film's pivotal scene, and Hanna is forced to confront the fact that the legacy of the Holocaust has caused the dispossession of another people. The argument is that Israel must be defended even if the Palestinians are denied their rights. Her case lost, Hanna has her baby, and proceeds with her fitful, basically unfulfilled life. At little David's briss her friend, Amnon the prison doctor, informs her that Salim is starving himself in jail, and once more has asked for her. Near death, he is released into her custody. Joshua is both jealous and suspicious of the pair, as Hanna nurses Salim back to health. For his part, Salim ("a terrorist babysitter") care for her child whom he calls Omar, even while Hanna continues to feel uncertain about Salim's still obscure political intentions, his strange comings and goings, his often cold reticence.
Following him about in secret, she tracks him down to a deserted refugee camp where he had lived as a child with [his family]†. At that point she understands his human as well as political plight; shortly thereafter they become lovers. The film concludes with Joshua accusing Salim of a bombing at Kfar Rimon, which in turn prompts Salim to flee Hanna's house. A large squad of police arrives at the house to be greeted only by Hanna's shocked and terrified silence.
No synopsis can convey the understated power in many of the film's scenes, its small details, and its devastating political accuracy. I hasten to add, however, that I saw it as someone directly engaged in the subject, which didn't prevent me from noticing the script's occasional flatness, or Clayburgh's scattered performance (she's basically miscast, I think). Costa-Gavras doesn't seem to have missed very much that is essential, including Israel's real social and military power, the fact that such a film as this could have been made there (an not, say, in any Arab country), the truth that it is Israelis like Hanna, Amnon, and yes, even the unyielding Joshua, who will ultimately play crucial roles if there is to be any reconciliation between Arabs and Jews.
Hardly anyone in the film speaks as a mouthpiece for governmental or institutional policy; instead, positions are taken on human, existential grounds, on the basis of lived experience, not on purely ideological and rhetorical principles. Salim wants his house back, not a UN resolution, or the implementation of the Palestinian National Charter. Hanna is not modeled on (and doesn't really resemble) Felicia Langer or Lea Tsemel, two Israeli lawyers who have earned international reputations for defending Palestinians in Israeli courts: she is much too untidy, her personal life too intrusive with its various unresolved emotional entanglements, her political views too impulsive and ill-formed to be like the other two, given that both belong to organized left parties and act out of far stricter imperatives than her.
And still, the underlying actualities come through strongly enough. The opening scene, in which Salim is discovered hiding in a well ("He's probably pissed in it," says an Israeli soldier concerned that the Arab villagers' water supply may be polluted. "They're used to it," replies his comrade.), concludes with women and children dragging miscellaneous belongings out of their house just before an Israeli soldier exits, unrolling the wire that connects the house to a detonator which, when pressed, blows up the house. The peasants, whose dwelling happens to have been used for shelter by Salim and four other infiltrators, watch the destruction of their world with the mute suffering and tacit resistance of all unjustly oppressed people who will live on despite extraordinary hardship. Salim Bakri is acted by Mohammed Bakri, a Palestinian member of an Israeli theatrical group, and he is as authentic in his accent, his strangely quiet and yet smoldering presence, as his narrative is. We learn that Salim was driven out of Kufr Rumaneh with his family, lived in a desolate West Bank refugee camp, then in another camp in Beirut where his mother was killed by Israeli bombs. Of these enforced peregrinations, Joshua says piously that they were designed to save Palestinians from the fighting, to which Hanna retorts sarcastically that such safety has caused massacres and all but killed Salim. In court, Salim's presence coaxes the observation out of Hanna that since he has no passport, is a citizen of no country, maybe he doesn't exist at all. For his part, he has lived the itinerant and tenacious life of an exile, and without dressing it up at all, Costa-Gavras – quite literally for the first time in any European or American feature film – allows us to witness the Palestinian quandary as narratable human history. It is this, I suspect, that will turn many people away from the film.
But, as I said, the film's numerous local details are deeply affecting. A long line waiting outside an Israeli prison is made up entirely of Arabs; Hanna and her friend Amnon, don't have to wait, they can walk right in. Salim is either seen in custody, or as Hanna's ward. Palestinians walk, or they are driven; mostly with one or two exceptions, they don't speak. Soldiers are everywhere – on the beach, on the roads, at the entrance of mosques, in the old city. "Shalom," Victor says with unconscious irony to an Israeli soldier who like most of the Israelis in the film has "terrorists" on his mind, at the same time that the subjugation of unarmed Palestinians is overlooked as a negligible detail. Yet all of these things are subordinated by Costa-Gavras not only to the frequently unacknowledged humanencounters that occur in "The Holy Land," but also to the moral dilemma of what it means for one people to deny the equality of another on a land where even though they both have national claims, only one people has actually realized them.
This achievement is all the more remarkable when we recall that mass culture has, in fact, accepted the notion that whereas there may be a Palestine question and even Palestinians, neither has much positive human value attached to it. Israelis, in contrast, are still open, democratic, pioneering, etc., despite everything they do: given a large-scale U.S. investment in Israel, the natural ties between American Jews and Israelis, the immensely sophisticated Israeli public relations and lobbying apparatus, most Americans as a result can identify with Israelis as a people, and with individual Israelis as human beings. In itself, of course, such a view of "the Other" is eminently to be sought for but, as with all cultural politics, something else is being simultaneously suppressed. In this instance, it is the Palestinian who has never emerged with a full human and political identity, partly because of "terrorism" (which has allowed the Israelis, quite literally, to get away with murder in a manner so disproportionate with Palestinian violence as to make many Israelis – American supporters of Israel do not have as many qualms for the most part – deeply uncomfortable), partly because Palestinian culture itself is non-Western, largely Islamic, difficult to get at.
In addition, because there is so strong a fear of appearing critical of Israel, most publishers and media-managers stay away from Palestinian subjects even, for example, when it is a matter of translating Palestinian literature, exhibiting Palestinian art, publishing picture of Palestinians and so forth. As a small index of this, Emile Habiby's novel, The Pessoptimist, which is by any standards one of the major narrative works of the modern ironic imagination, was translated and published by a small and, I think, cosmetic press; it has been reviewed not at all, and no significant notice was taken of it. Mahmoud Darwish, who is one of the greatest poets alive, is represented in English translation by a handful of occasionally published pieces. The same is true of many other writers, artists, filmmakers, who suffer the pain of anonymity silently and invisibly.
The point is, therefore, that Palestinians do not, except rarely, represent themselves, and have to be represented within other, usually politically unfavorable perspectives. Mass-market Western films are almost entirely a wasteland as far as Arabs in general, Palestinians in particular, are concerned. The one extraordinary exception, of course, is The Battle of Algiers. In the main, however, there are either mythologized Israelis (ExodusCast a Giant Shadow, all the Old Testament epics) or there are all those Arabs fromThief of Bagdad to The Sheik and Lawrence of Arabia, to the terrorists of Black Sunday who contribute to a dehumanization whose political correlative is continuing dispossession and oppression for the Palestinians. Even John Le Carré's Little Drummer Girl, which tires to capture the Palestinian plight sympathetically, and for all that it was attacked by the Israeli lobby, still represents the Palestinian as someone seen only through Israeli eyes as a terrorist; it too is being filmed in Israel.
In such a dismal setting, to which must be added the enormous mass of TV news featuring "Moslem gunners" versus U.S. marines in Lebanon, a national policy which has absolved itself of any responsibility either for the massacres at Sabra and Shatila or for the colonization of the West Bank, a presidential campaign whose most predictible and indecent rhetoric concerns unqualified support for Israel (a campaign joined in a big way by the space cadet from Ohio), Costa-Gavras's Hanna K. appears like a stunning flash of lightning. Such a film could only have been made by Europeans, since the consensus on Palestinians there is much closer to the international view than it is to the U.S.-South African one.
Salim Bakri, the Palestinian in the film, is a Palestinian so forcefully as to lift the level of the film from that of a dispiriting and finally trivial love story to that of a political argument. Like Melville's Bartelby, he seems to be saying, "deal with me if you can, but I most certainly would prefer not to go away." No, Salim is not all Palestinians, he is not a militant, he is not the forces of history. He is one Palestinian whose basic drive concerns his house, his life, his destiny. That Costa-Gavras has built a film around these concerns is, in the current aesthetic and socio-political setting, an act of profoundly courageous human and political solidarity. For Hanna K. to accomplish its real mission, however, it must open further discussion and debate. But alas, that may not be allow moviegoers who may not get a chance to see the film if, for political reasons, it is either closed quickly or nor widely shown.

† Unfortunately the quality of the microfilm was poor, and last part of the sentence is smudged. It is a fair assumption that the few words missing should be "his family".http://cosmos.ucc.ie/cs1064/jabowen/IPSC/articles/article0111206.html

domingo, 3 de agosto de 2014

BIOGRAPHIES: Patricia Highsmith

BIOGRAPHIES: Patricia Highsmith: DRAGON PATRICIA HIGHSMITH / THE HAND PATRICIA HIGHSMITH / THE VICTIM PATRICIA HIGHSMITH / THE MOBILE BED-OBJECT PATRICIA HIGHS...

Novas Rotinas na Holanda

12/02/2014
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Eu já publiquei aqui há anos atrás novos hábitos que adquiri na Holanda.
Vamos a mais alguns: 
1)      Levar fruta pra todo lado. Se eu vou dar um passeio durante algumas horas em Amsterdam ou qualquer cidade eu levo uma banana, uma maçã, potinho com uvas. Lógico, me dá energia sem eu precisar comprar porcaria na rua nem ficar enrolando o estômago com biscoitinhos.  Muitos holandeses comem religiosamente uma maçã depois do almoço. Meu marido está na fase das tangerinas e peras – todo santo dia. Meus filhos levam sempre para a pausa das 10h da manhã uma fruta, como a maioria das crianças da escola deles.
2)      Levar mantimentos e produtos de limpeza  ao sair de férias. Muuuitos holandeses que saem de férias pela Europa  fazem isso, principalmente batatas, maçãs, molho de tomate, etc. para os primeiros dias. Ora, claro que se eu vou de férias para a Espanha ou França eu compro sempre com imenso prazer nos supermercado de lá. Mas ter o basicão no seu camping ou casa alugada é uma mão na roda. Eu concluí que muitos produtos na França são superiores aos da Holanda (frutas, legumes, queijos, frango, presuntos etc.).  Mas também mais caros. Por isso produtos não perecíveis levo mesmo da Holanda, tais como  pacotes de aveia, mel, semente de linho, feijão cru, molho de tomate, macarrão, chocolate, caixas de leite de soja, azeite, detergentes, esponja, sal  etc. E volto com latas de pato na gordura, patês, vinhos e algumas especialidades locais (arroz da Camargue, crème caramel au beurre salé, refil de sabonete líquido, ervas secas da Provença, etc.). Compensa.  
3)      Na rua, olhar para a esquerda e direita. E pra frente, pra tras, pra baixo. O trânsito na Holanda não é caótico. Mas é carregado. Tem bonde, tem bicicleta. Um montão de bicicleta, com ciclistas super street wise e que se acham os tais e impõem seus direitos e preferências. E só freiam no pedal muito a contra gosto. Chove muito e tem guarda-chuva pontudo pra todo lado, e você de capuz fica com a visão lateral um pouco bloqueada. O parceiro de um colega de trabalho morreu atropelado por um bonde. Uma outra colega colidiu com um bonde e nunca mais foi a mesma. Eu atrás de um volante já levei lição de moral de holandês cilcista que achou que eu não prestei atenção ao filho dele que estava na bicicileta. Então leitores, estejam avisados: toda precaução é pouca.  
 4)      Eu me planejo. Consulto o weer.nl para saber o tempo, a cada dia. O ns.nl para saber os horários de trens, plataformas, duração da viagem. Connexxion para saber o horário dos ônibus. Eu vejo as auto estradas engarrafadas pela internet antes de ir fazer uma visita a alguém numa outra cidade. Isso tudo facilita a vida pra quem tem que pegar o transporte público ou dirigir, mas te deixa num estado permanente de alerta. Assim é a vida na Holanda: planejamento, preparação, logística, pontualidade.
 5)      Esperar pelas liquidações e comprar artigos duplicados. Em janeiro há excelentes promoções e descontos (“korting”. Não confundir com “opruiming” que é queima de estoque ou fechamento da loja identificado pelo sinal “OP = OP”). Depois do verão idem. E aprendi que muitas mães compram vários artigos com um número maior para os filhos pequenos nas promoções. Claro, em um ano as crianças já não cabem mais e aí você puxa do armário aquela calça jeans novinha cujo preço normal era 30 euros mas você pagou 10 eurinhos. Se eu encontrar calças pretas de modelo clássico das minhas marcas favoritas compro dois ou tres unidades do mesmo modelo quando estão na promoção.  Lógico, vão ser muitíssimo úteis nos próximos anos quando eu trabalhar ir a encontros sociais, etc.. Há tantas liquidações na Holanda nesses últimos anos que eu praticamente já não pago mais o preço normal para artigos de vestuário.  
6)      Ter moedas em casa sempre. Multa por dia de atraso na bilbioteca; 10 centavos. Custo de usar um toalete em lojas (Hema, lojas de departamentos, cafés, etc.) 25 a 50 centavos. Toda segunda feira doaçäo de 25 centavos “para a criança pobre” que minha filha dá na escola. É uma campanha de coleta que se estende por todo o ano escolar para arrecadar fundos para escolas na Ásia e África. Sem falar nos coletantes que batem à sua parte sacudidno um enorme cofre pedindo ajudar para “combate ao cancer”, Alzheimer, instituto do coração, etc. No fim do ano dou um euro para cada entregador de jornal / correspondência que trabalhou durante o ano. Estacionamento em Zaandam, também só pago. Ufa, haja moedas !   
Esses são alguns dos meus hábitos holandeses. Tenho mais, claro. Por outro lado, no meu blog pessoal eu publiquei os hábitos que apesar desses anos todos ainda não adquiri. Consulte aqui.