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domingo, 30 de setembro de 2012

domingo, 23 de setembro de 2012



HISTÓRIA PESSOAL - 23/09/2012 16h00 - Atualizado em 23/09/2012 16h55 TAMANHO DO TEXTO A- | A+ Christopher Hitchens: "O dia em que minha voz falhou" Com a ajuda de morfina e adrenalina, ainda conseguia “projetar” com sucesso minhas falas, até que fiz uma tentativa de chamar um táxi na frente de casa – e nada aconteceu CHRISTOPHER HITCHENS inShare | | Como tantas das experiências da vida, a novidade do diagnóstico de um câncer maligno tende a se dissipar. As coisas começam a ficar tediosas, até mesmo banais. É possível se acostumar ao espectro da morte como um velho entediado e letal, espreitando no corredor no final da noite, esperando uma oportunidade de me abordar. E não me oponho a ele segurar meu casaco daquele modo formal, como que me lembrando que é hora de seguir caminho. Não, é o risinho abafado que me deprime. Christopher Hitchens (1949-2011) foi um jornalista britânico. Colaborador da revista Vanity Fair, do site Slate e colunista de ÉPOCA, consagrou-se como um dos maiores polemistas de seu tempo. Este texto faz parte do livro Últimas palavras (Globolivros), em que o autor narra sua luta contra um câncer no esôfago Com demasiada regularidade, a doença me serve um atrativo especial do dia, ou um sabor do mês. Podem ser feridas e úlceras aleatórias, na língua ou na boca. Por que não um toque de neuropatia periférica envolvendo pés dormentes e frios? A existência diária se torna uma coisa de bebê, medida não nas colheres de café do Prufrock de T.S. Elliot, mas em pequenas doses de alimento, acompanhadas de barulhos encorajadores dos espectadores ou de discussões solenes e em tom maternal com estranhos sobre as operações do sistema digestivo. Nos dias menos bons, me sinto como aquele leitão de perna de pau da família sadicamente sentimental, que só consegue comê-lo um pedaço de cada vez. Com a diferença de que o câncer não é tão... atencioso. O mais desalentador e alarmante, até agora, foi o momento em que minha voz de repente se transformou num agudo guincho infantil (ou talvez suíno). Ela, então, começou a variar bastante, de um sussurro rouco e rascante até um balido frágil e melancólico. Em certos momentos ameaçava, e agora ameaça todos os dias, desaparecer completamente. Eu tinha acabado de voltar de duas palestras na Califórnia, onde, com a ajuda de morfina e adrenalina, ainda conseguira “projetar” com sucesso minhas falas, até que fiz uma tentativa de chamar um táxi na frente de casa – e nada aconteceu. Fiquei de pé, paralisado, como um gato bobo que, de repente, perdeu seu miado. Eu costumava ser capaz de deter um táxi nova-iorquino a trinta passos de distância. Conseguia também, sem microfone, alcançar a última fila e a galeria de uma lotada sala de conferências. Pode não ser algo de que se vangloriar, mas as pessoas me diziam que, mesmo na sala ao lado, com o rádio ou o televisor ligados, elas sempre conseguiam identificar meu tom e saber que eu estava “no ar”. LUTA Christopher Hitchens em fevereiro de 2011, dez meses antes de morrer. Mesmo sob efeito da quimioterapia, ele continuou a escrever enquanto enfrentava o câncer (Foto: Brooks Kraft/Corbis) Como a própria saúde, tal perda não pode ser imaginada até que acontece. Assim como todo mundo, brinquei de versões do jogo juvenil “o que você preferiria?”, no qual normalmente se debatia se o mais opressivo seria a cegueira ou a surdez. Não me lembro de ter especulado muito sobre de repente ficar mudo. A privação da capacidade de falar é mais como um ataque de impotência, ou a amputação de parte da personalidade. Em grande medida, em público e em particular, eu “era” minha voz. Todos os rituais e a etiqueta da conversa – desde pigarrear nos preparativos para contar uma piada longa e exigente até (nos dias de juven-tude) tentar tornar minhas propostas mais persuasivas, enquanto eu estrategicamente baixava o tom em uma oitava de constrangimento – eram inatos e essenciais para mim. Nunca fui capaz de cantar, mas podia recitar poesia e citar prosa, e algumas vezes era até mesmo convidado a fazê-lo. Timing é tudo na fala: há o momento preciso para arrematar uma história, para enfatizar um verso, para produzir riso ou para ridicularizar um oponente. Eu vivia para momentos assim. Agora, quando quero entrar numa conversa, tenho de chamar a atenção de outra forma, e suportar o fato terrível de que as pessoas então me escutarão “com compaixão”. Pelo menos, elas não precisam emprestar sua atenção por muito tempo: não consigo mantê-la e, de qualquer forma, não aguentaria fazê lo. >> Mais textos da seção História pessoal Quando você fica doente, as pessoas lhe dão CDs. Pela minha experiência, com frequência são de Leonard Cohen. Recentemente aprendi uma canção, intitulada “If it be your will”. É um pouquinho piegas, mas belamente interpretada. Começa assim: “If it be your will/that I speak no more/and my voice be still/as it was before...” (Se for seu desejo/que eu não fale mais/e minha voz ainda seja/como foi antes...). Acho melhor não ouvir isso tarde da noite. Leonard Cohen é inimaginável sem, e indissociável de, sua voz. (Duvido que quisesse, ou suportasse, ouvir essa canção com qualquer outro intérprete.) Digo a mim mesmo que, de certa forma, conseguiria me arrastar, me comunicando apenas por escrito. Mas só por causa de minha idade. Caso tivesse sido privado de minha voz antes, duvido que teria conseguido progredir no papel. Tenho uma enorme dívida para com Simon Hoggart, do Guardian, que, há trinta e cinco anos, me advertiu que um artigo meu era bem concebido mas tedioso – e me aconselhou rispidamente a escrever “mais do modo como você fala”. Na época, fiquei quase sem palavras com a acusação de ser tedioso. Jamais agradeci adequadamente. Mais tarde, ao dar minhas aulas de redação, começava dizendo que qualquer um capaz de falar também pode escrever. Depois de animar a turma com essa escada fácil, então a substituía por uma enorme cobra odiosa: “Quantas pessoas nesta turma vocês diriam que sabem falar? Quero dizer, falar de verdade?”. Tinha um efeito deprimente. Eu dizia a eles para ler seus textos em voz alta, preferencialmente para um amigo de confiança. As regras são quase as mesmas: fuja das frases feitas (como da peste, costumava dizer William Safire) e das repetições. Não diga que “quando garoto, sua avó costumava ler para você”, a não ser que, naquele estágio da vida, ela realmente tivesse sido um garoto, circunstância que, de qualquer forma, provavelmente exigiria de você uma introdução melhor. Se algo merece ser escutado, muito provavelmente merece ser lido. Então, descubra sua própria voz. O cumprimento mais prazeroso que um leitor pode me fazer é dizer que sente que me dirijo a ele. Pense em seus autores preferidos e veja se essa não é uma das coisas que o cativam, sem que você tenha percebido. Uma boa conversa é o único equivalente humano: é quando você percebe que observações decentes são feitas e compreendidas, que há ironia envolvida, e elaboração, que um comentário tedioso ou óbvio seria quase fisicamente doloroso. Foi como a filosofia evoluiu nos simpósios, antes de ser escrita. A poesia começou com a voz como único instrumento de execução, e o ouvido, de registro. Não conheço nenhum escritor realmente bom que fosse surdo. Henry James e Joseph Conrad ditaram seus romances tardios, e Saul Bellow ditou muito de Humboldt’s Gift. Sem nossa correspondente compreensão do idioleto – a marca no modo como alguém fala e, portanto, escreve –, seríamos privados de um mundo de simpatia humana e de seus prazeres em tom menor de imitação e paródias. >> Christopher Hitchens (1949-2011) De modo mais solene: “Tudo o que tenho é uma voz”, escreveu W.H. Auden em “September 1, 1939”, sua tentativa agoniada de compreender o – e se opor ao – triunfo do mal radical. “Quem pode alcançar o surdo?”, perguntou ele, desesperadamente. “Quem pode falar pelo mudo?” Mais ou menos na mesma época, a judia alemã Nelly Sachs, futura ganhadora do Nobel, descobriu que o surgimento de Hitler a deixara literalmente sem fala: roubara dela sua voz pela total negação de todos os valores. Nosso próprio idioma cotidiano preserva a ideia, embora amenizada: quando uma figura pública morre, os obituários com frequência dizem que ela foi “uma voz” para os não ouvidos. Da garganta humana também podem emergir terríveis venenos: pranto, monotonia, queixumes, gritos, incitação (“o lixo militante mais vazio”, como Auden definiu no mesmo poema) e mesmo risinhos abafados. É a chance de erguer pequenas vozes serenas contra essa torrente de falatório e ruído, as vozes de perspicácia e contenção. Todas as melhores lembranças de sabedoria e amizade, da Apologia de Sócrates, por Platão, ao Life of Johnson, de James Boswell, vibram com os momentos não ditos, não programados, de interrelação, razão e especulação. É em embates como esse, competindo e se comparando a outros, que se pode esperar descobrir o fugidio e mágico mot juste, a palavra certa. Para mim, lembrar amizade é lembrar conversas que parecia um pecado interromper, aquelas que transformavam o sacrifício do dia seguinte em algo banal. Foi o modo pelo qual Calímaco escolheu lembrar seu amado Heráclito: “Eles me contaram, Heráclito; eles me contaram que você estava morto. Eles me levaram notícias amargas de ouvir, e lágrimas amargas a derramar. Chorei quando lembrei com que frequência você e eu havíamos cansado o sol conversando”. Ele sustenta a imortalidade do amigo na doçura de seus tons: “Ainda estão tuas vozes agradáveis, teus rouxinóis despertos; pois a Morte leva tudo, mas elas, não pode levar.” Talvez meio exaltado demais no verso final... >> Christopher Hitchens, o contestador no espelho Na literatura médica, a corda vocal é uma mera “prega”, um pedaço de cartilagem que se esforça para se esticar e tocar sua gêmea, criando efeitos sonoros. Mas sinto que tem de haver uma relação profunda com a palavra “corda”: a vibração ressoante que pode despertar lembranças, produzir música, evocar amor, gerar lágrimas, conduzir multidões à piedade e turbas à paixão. Podemos não ser, como costumávamos nos vangloriar, os únicos animais capazes de falar. Mas somos os únicos que podem usar a comunicação verbal por prazer e diversão, combinando isso com razão e humor para produzir sínteses mais elevadas. Perder essa habilidade é ser privado de uma gama de capacidades: certamente é morrer mais que um pouco. Meu maior consolo neste ano vivendo moribundo tem sido a presença de amigos. Já não consigo comer ou beber por prazer, então, quando eles se oferecem para vir, é só pela abençoada oportunidade de conversar. Alguns desses camaradas podem facilmente encher um auditório de pagantes ávidos para ouvi-los. São falantes com quem é um privilégio simplesmente estar. Agora eu, pelo menos, posso escutar de graça. Eles podem vir e me ver? Sim, mas só eles falam, eu escuto. Então, agora, todo dia vou para uma sala de espera e vejo as notícias terríveis sobre o Japão na TV a cabo (frequentemente em closed caption, apenas para me torturar), e espero impaciente que uma grande dose de prótons seja disparada para dentro do meu corpo a dois terços da velocidade da luz. O que espero? Se não uma cura, uma remissão. E o que quero de volta? Na mais bela composição de duas das palavras mais simples do idioma, freedom of speech*. * Liberdade de expressão (literalmente, liberdade de fala)

VINÍCIUS E TOQUINHO "AS CORES DE ABRIL"

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Ainda existem cavalheiros


Ainda existem cavalheiros Postado em 19/07/2012 às 12:23 por Claudia Matarazzo | Comentários (Ilustração: Creatas) Perguntaram-me dia desses o que era um cavalheiro e se eles ainda existem. Ora, podem ter escasseado, mas existem. Já o que define um homem como um cavalheiro… não é tão simples assim. Mas vou tentar descrever baseada naqueles com quem tive a sorte de conviver. + Restaurantes finíssimos + Leia os outros blogs de VEJINHA.COM Para começar, eles não são tipos fora de moda. Ao contrário, são sempre bem-vindos em qualquer cultura ou grupo. E, embora façam particular sucesso entre as mulheres, são igualmente benquistos pelos homens. Na prática, acumulam uma série de pré-requisitos. Pagam a conta do grupo (se necessário for), são corteses sem exagero, têm espírito e sabem reconhece quando estão errados (coisa rara). Ou seja, criaturas que agregam e jamais dividem um grupo. Os cavalheiros também são rápidos em pequenos gestos que fazem a diferença: levantam-se para ceder seu lugar, para acender um cigarro (sem jamais mencionar os males do tabaco) ou para abrir portas. Também têm o dom de tornar o mais banal dos relatos interessantíssimo. Convencem seu interlocutor – quem quer que seja ele – de que o que estão dizendo é tão importante quanto inusitado. E a pessoa sai do encontro com a impressão de ter se tornado o centro do mundo. Eles sabem preparar coquetéis (e não apenas declamar nomes de rótulos de vinhos) e até mesmo uma refeição rápida. Sem alarde e sem ficar dizendo que se trata de uma iguaria. Cavalheiros são discretos por definição e convicção. Quer coisa melhor nestes tempos de superexposição? E seus requisitos não valem apenas para homens, pois há a contrapartida feminina: uma dama. Está achando isso papo de aranha? Não é: a boa notícia é que não é preciso ser tudo isso junto – ninguém é de ferro e a perfeição é chatíssima.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Um ano sem Zara: "A" saia

Um ano sem Zara: "A" saia: Queria começar o post de hoje dizendo que fiquei super feliz com a repercussão do post de ontem. Um monte de gente veio falar sobre como tam...

Caio F Caio: Aquilo sim é que era festa

Caio F Caio: Aquilo sim é que era festa: Festa que faz sucesso em 85, tem que ter pela menos uma tentativa de suicídio, uma overdose, meia dúzia de traições, alguns tapas na ca...

domingo, 16 de setembro de 2012

« Enzimas combatem gordurinhas localizadasJovem brasileiro consome muito refrigerante » O post que virou fórum (FAQ sobre sibutramina) Vinicius Tapioca @DrTapioca 07/04/2010 - 697 COMENTÁRIOS XBem-vindo, pesquisador do Google! Se você gostou do nosso conteúdo, assine o nosso feed e ouça nosso podcast. Powered by WP Greet Box WordPress Plugin O excelente texto do Bruno Mendonça sobre a sibutramina, publicado em 25 de julho de 2009, gera comentários até hoje e se transformou praticamente em um “fórum” sobre o uso dessa substância. Lendo os diversos comentários, Dudu Sales (proprietário deste pardieiro) percebeu que muitas pessoas apresentavam dúvidas que deveriam ser respondidas por uma pessoa altamente capacitada e com vasto conhecimento técnico sobre o assunto. Como não encontrou ninguém com essas qualidades, apelou pra mim mesmo. Respondi na seção de comentários várias dessas perguntas e como acredito que se tratem de dúvidas comuns a muita gente, resolvi transformá-las em um texto no estilo FAQ (perguntas e respostas). 1 – Se eu parar de tomar sibutramina, volto a engordar (“efeito sanfona”)? R: Se está usando sem orientação, sim. É preciso ter acompanhamento especializado para reeducar a alimentação. Só remédio não resolve. 2 – Sibutramina é tarja preta? Posso comprar sem receita? R: Até 30 de março não era tarja preta, mas só podia ser vendida com retenção da receita. Recentemente, tornou-se medicação de controle especial (tarja preta) e só pode ser vendida com receita azul. 3 – Sibutramina aumenta a pressão? R: Sim, em alguns pacientes pode haver aumento pressórico. Se você é hipertenso, só pode usar se estiver bem controlado e sob orientação de um médico. É preciso vigiar a pressão e a frequência cardíaca sempre que usar a droga. 4 – Posso comprar sibutramina pra mim com a receita da minha amiga? R: De jeito nenhum! Ao prescrever a medicação para sua amiga o médico fez uma avaliação risco/benefício para o tratamento dela e só dela, inclusive com a dosagem ideal para ela. Não dá para extrapolar essa avaliação para todos do círculo de amizade dessa pessoa. 5 – Tomando sibutramina, eu preciso fazer ginástica e dieta pra emagrecer? R: Sim, claro. A medicação é um adjuvante do tratamento. É preciso exercícios, dieta e tratamento psicológico para alcançar o objetivo, que é manter o peso ideal sem a necessidade de comprimidos. Ou você quer tomar remédio para o resto da vida? 6 – Quais os efeitos colaterais mais comuns da sibutramina? R: Além da pressão alta (já referida acima), no início do tratamento os pacientes geralmente referem-se cefaleia (dor de cabeça), náusea, tontura, boca seca, sudorese, taquicardia (coração acelerado), constipação intestinal, alterações de humor e insônia. Em geral, esses sintomas desaparecem em torno de 15 dias após o início do tratamento, mas, se persistirem, o médico deve ser informado. 7 – Qual a dosagem que deve ser usada? R: A depender de cada caso, usa-se de 10mg a 15mg. Estudos mostram que doses superiores a essas só aumentam os efeitos adversos, sem incremento da eficácia. Então, nada de tomar dois ou três comprimidos de uma vez. Você só vai estar se prejudicando. Como sempre, o correto é seguir precisamente a orientação de seu médico. 8 – Quais as contraindicações da sibutramina? R: Hipersensibilidade (alergia ao medicamento), usuário de IMAO (inibidor da monoaminooxidase), passado de bulimia ou anorexia nervosa, gravidez, lactação, hipertensão não controlada, história de doenças cardio e cerebrovasculares e diabete tipo 2, com sobrepeso ou obesidade e ligada a mais um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. 9 – Tem idade certa pra usar sibutramina? R: Sim. A substância ainda não foi devidamente estudada em pessoas com menos de 18 anos e mais de 65 anos. Portanto, deve ser evitada nessas faixas etárias. 10 – Posso beber álcool usando sibutramina? R: É contraditório. As bulas dizem que pequenas quantidades de álcool não afetam o desempenho psicomotor ou funções cognitivas, no entanto deve-se evitar abusos. Eu não recomendo a associação, pois não há estudos que garantam a segurança neste aspecto. 11 – Qual a diferença da sibutramina “de marca”, a genérica e a manipulada? R: Em teoria não há diferença alguma, já que utilizam a mesma substância. No entanto, sabemos que a fiscalização em nosso país é precária e ninguém garante que certas medicações realmente apresentem o princípio ativo na dosagem que informam. Recomendo usar uma boa marca (mesmo no caso de medicação genérica) ou procurar uma farmácia de manipulação de confiança. 12 – Sibutramina causa infarto e derrame? R: Ela aumenta o risco de complicações cardio e cerebrovasculares e em pacientes suscetíveis pode, sim, causar tanto infarto quanto derrame. Para encerrar, gostaria de dizer que fiquei preocupado com alguns depoimentos de pessoas que não se preocupam de forma alguma com os riscos e que conseguem a medicação de forma ilícita (comprando sem receita em outros países e até mesmo aqui no Brasil), usando sem nenhuma supervisão profissional e baseadas em informações de origem duvidosa. Não só estão colocando em risco a própria vida como estão estimulando outras pessoas a seguirem o mesmo caminho. Tenha responsabilidade e só use medicação sob orientação médica. SubmarinoR$ 24,90R$ 27,90R$ 29,90R$ 54,90R$ 89,90 Ganhe mais usando boo-box Leia Também Usar sibutramina é bom ou ruim? Pílulas para emagrecer Tratamento da obesidade Ficar sentado por muito tempo prejudica a saúde

sábado, 15 de setembro de 2012

BodyBuilding: 9 Maneiras para acelerar a fase de cutting e perde...

BodyBuilding: 9 Maneiras para acelerar a fase de cutting e perde...: O truque para ficar definido é arrancar a gordura enquanto mantém músculo. Para a sua sorte, existe algumas estratégias usadas por fisicu...

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Calma, tô quase pronta!: Decoração de quarto/cor de parede

Calma, tô quase pronta!: Decoração de quarto/cor de parede: Olá meninas!!! Eu sei que o blog esta totalmente abandonado, mas é que estava numa correria danada! Me mudei faz uma semana e esta tudo um...